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Opel e MINI revelam carros para a Copa do Mundo

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As montadoras estrangeiras não desperdiçaram a chance de tematizar o 1º de abril com a Copa do Mundo no Brasil, esta sim uma verdadeira piada. A Opel mostra o Astra Copacabana – mais BR que isso, só se usassem o velho Astra nacional: a bandeira brasileira no teto e adesivos nas laterais e na tampa traseira com palmeiras, garotos jogando bola… Vale a pena conferir o vídeo de divulgação da Opel, com um brasileiro (falando inglês macarrônico) explicando alguns destaques da série Copacabana. Repare neste interior!

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Os bancos são revestidos com a grama do estádio Maracanã (que é, inclusive, certificada) e, em vez de tapetes, os passageiros tem contato com a areia da praia de Copacabana (só que sem os dejetos expelidos pelos banhistas mal-educados). E mais: no porta-luvas, você pode colocar gelo no copo e, em seguida, enchê-lo com caipirinha, no reservatório no teto! Pena que é sem álcool.

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A buzina pode assumir som de samba ou das barulhentas vuvuzelas. O motor 1.6 Turbo de 200 hp leva o Astra Copacabana de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos. Gostou? Separe exatos 24 444,44 euros para comprá-lo na Alemanha…

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Já a MINI apresenta o Paceman GoalCooper. A semelhança com goalkeeper (goleiro) não é mero trocadilho: os sensores de estacionamento traseiro e do alarme detectam quando o jogador chuta a bola, e a tampa do porta-malas se fecha automaticamente. Se houver gol (uma rede retém a bola no habitáculo traseiro), o placar é registrado no iPad e, após 90 minutos, o resultado é compartilhado no App MINI Connected. As cores da carroceria seguem as da bandeira brasileira, o interior conta com chuteiras, bolas oficiais, mapa brasileiro e até as latinhas de Guaraná Antárctica.

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Toyota lança Etios Cross

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A Toyota se superou. Pegou o naturalmente horrendo Etios e conseguiu piorá-lo ainda mais com a nova versão pseudo-aventureira Cross. Absolutamente nada justifica a criação desse monstrinho. Para começar, o modismo “aventureiro” de maquiar carros compactos já pode ser considerado algo fora de moda, já que atualmente a tendência é o segmento dos SUVs compactos, como o Ford EcoSport, por exemplo. Segundo que os hatches maquiados que sobraram no mercado são caros e com baixas vendas em comparação às versões comuns. A exceção fica por conta do Uno Way, que por ser básico e ter opção de motor 1.0, é muito mais acessível que carros como Gol Rallye e HB20X.

Mas, mesmo assim, algum gênio do departamento de marketing da Toyota achou que uma versão “““off-road””” do Etios agregaria valor ao camarote portfólio da marca. Os adereços do Etios Cross conseguem ser mais pesados que os de uma Strada Adventure, com quase metade do carro coberto por plásticos de aspecto abrutalhado. O destaque fica por conta do parachoque dianteiro, que falhou miseravelmente ao tentar copiar os SUVs da Toyota. Há ainda rodas diamantadas de desenho exclusivo e rack de teto.

Por dentro, além do painel preto da linha 2014, a única novidade é o revestimento dos bancos. No mais, o mesmo ambiente horroroso de sempre. A situação do Etios Cross é tão degradante que pela primeira vez um pseudo-aventureiro é divulgado na cor cinza, com fotos escuras. É uma vergonha alheia sobre rodas, capaz de desbancar o Agile do posto de carro mais feio do Brasil.

Baseado na versão XLS 1.5 16v (96,5 cv), o Cross será a opção mais cara da linha Etios, à venda por R$ 45.690. Não há qualquer alteração na suspensão ou nos pneus, são R$ 3.200 a mais de puro plástico. A bixera será oferecida nas cores branco, preto, cinza, azul, prata, vermelho e… amarelo! Esta última certamente a mais horrenda. A Toyota estima vender 300 unidades por mês desse monstrinho, enquanto nós ficaremos na torcida para que o flop seja maior do que nunca e esse lixo saia de linha!

Fiat Strada sofre mais uma mutação

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Lançada em 1998, a Strada sofre sua 6453892ª reestilização, sobre a mesma plataforma de sempre, do velho Palio 1996. Desta vez, a picape sofreu alterações ainda mais radicais, com mudanças na lateral, que ganhou vincos semelhantes aos da Palio Weekend, caçamba elevada em 8 cm, novas lanternas que deixam de invadir a tampa traseira, e essa por sua vez ganhou traços similares aos do atual Uno. O parachoque traseiro também foi redesenhado, mantendo muito plástico de aparência abrutalhada e o nome “Adventure” gravado. A versão Adventure não mudou a frente desta vez, pois isso já havia acontecido no ano passado. Já a versão de entrada, Working, ganhará um novo parachoque dianteiro.

A principal novidade, que já rendeu o apelido “Strada Veloster”, é a terceira porta embutida apenas na lateral direita, que só pode ser aberta junto com a porta dianteira. Todas as Strada “Cabine Dupla” passarão a ter a portinha suicida. Esta configuração estará disponível em todas as versões da picape (Working, Trekking e Adventure). Como a lateral direita não tem mais coluna central, a estrutura foi reforçada no teto, assoalho e parte da lateral, resultando em 50 kg adicionais.

O lançamento do mais novo remendo feito em cima da Strada ocorrerá em outubro. Geração nova de verdade que é bom, não há nem previsão… Mesmo sendo líder do segmento com larga vantagem e não tendo nenhum rival realmente forte, uma nova geração seria muito bem vinda, afinal o projeto antigo impõe limitações que gambiarra estética nenhuma resolve. E também se mexe em time que está ganhando, vide Gol e S-10.

Ford apresenta adesivos de bacon para New Fiesta

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A mais recente gordice norte-americana foi anunciada pela Ford, que disponibiliza os modelos Fiesta Sedan e Hatch “recheados” com adesivos de bacon pela carroceria. O cliente pode pedir duas fatias no capô (US$ 191,25 + mão-de-obra), no arco da roda de trás (US$ 318,75 + mão-de-obra), no para-lama traseiro (US$ 78,75), faixa frontal (US$ 535,50 + mão-de-obra) ou aplicação de bacon em toda a carroceria (US$ 3347 + mão-de-obra).

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O “Fiesta Bacon Edition” chega pouco antes do Dia Internacional do Bacon, no dia 31 de agosto. Vale lembrar que nos EUA ele faz parte não só do café da manhã como também do estilo de vida de muitas pessoas, que compram até toucinhos de pelúcia e o consomem inclusive com sorvete.

Via Auto REALIDADE

Chevrolet lança minivan Spin

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Estreando a sessão “Bizarrices de Fábrica” do novo BA, falaremos de mais um lançamento tenebroso que a General Motors do Brasil acaba de apresentar. Completando a família dos novos monstrinhos nacionais, composta pelo hatch Tragile, a picape Monstrana, o sedan Cocobalt, chegou a minivan Spinha. Numa tacada só, a nova monstrenga aposenta as cansadas porém dignas Meriva e Zafira.

Desenvolvida no Brasil para países emergentes, ela representa um retrocesso em relação a suas antecessoras, que já foram alinhadas com a linha Opel. Pior, a Meriva, que também foi um projeto brasileiro, fez sucesso na Europa e ganhou nova geração com uma ousadia no design digna de Citroën! A nova Zafira européia também faria uma bela briga com a C4 Picasso… Pena que elas se tornaram sofisticadas demais pro nosso bico.

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Agora respire fundo e veja abaixo mais fotos da trambolha que chegou aqui na Banânia no lugar dessas lindas minivans que nós nunca teremos…

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Assim como seus irmãos, a Spinha assusta com suas linhas exageradas e desarmoniosas. Com frente de SUV, lateral de minivan e traseira de rabecão, a nova bizarrice da GMB tem uma indigesto estilo de carro chinês e aparenta ter sido desenhada por duas equipes distintas, a “Equipe S10”, que fez a frente parruda, e a “Equipe Agile”, que fez o resto.

A dianteira é repleta de elementos de tamanho exagerado, como a grade de caminhão e os faróis cujas pontas chegam perto da base do parabrisas, mas é a parte mais “tragável” do carro e provavelmente em breve nós estaremos acostumados (ou não). Já a lateral tem vincos que remetem ao Cobalt, como as formas de “gancho” invertidos, que começam nos paralamas e terminam nas portas. Dependendo do ângulo que se olha, a lateral parece estar amassada, com seus vincos tão volumosos e poluídos.

Priorizando o espaço para a cabeça dos ocupantes da terceira fileira de bancos, o teto é reto, dando o já citado aspecto de carro funerário. A traseira é de longe a parte mais feia do carro, com teto alto, logo e maçaneta em posição bem mais elevada do que o habitual e lanternas que lembram as do Agile. A tampa traseira ficou com aspecto vazio, e se não fosse alguns vincos, poderia servir como outdoor ambulante.

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Assim como o Cobalt, a Spin segue o lema de que o importante é a beleza interior. O painel é bastante semelhante ao do sedan, com quadro de instrumentos de moto, volante de Cruze e o conceito de “cockpit dividido”. Há alguns porta-objetos, mas não espere os mimos típicos da minivans francesas, afinal este é um projeto de baixo custo.

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Ao contrário da concorrente Nissan Livina, a Spinha tem versões de 5 e 7 lugares com a mesma carroceria. Em relação à Meriva, a Spin oferece mais porte e equipamentos de série. Quando a comparação é com a Zafira, a única vantagem é o preço, já que a velha minivan partia da casa dos R$ 58.000, enquanto a Spin top fica em pouco menos de R$ 55.000.

Mas quem nasce Spin jamais será Zafira, e os proprietários de Zafira sentirão falta do sistema Flex-7, que esconde os bancos sob o assoalho, enquanto a Spin conta com um sistema muito mais barato, que não esconde os bancos e também não permite removê-los, roubando um precioso espaço quando não estão em uso. Ainda assim, há um generoso espaço para bagagem: a versão de cinco lugares comporta até 710 litros, enquanto a de sete acomoda 553 l, que se estende para 1.668 l com as duas fileiras de bancos rebatidos. Já com a terceira fileira armada restam apenas 162 litros, capacidade inferior a dos menores hatches do mercado.

Assim como no seu irmão Cobalt, o porte é avatajado: são 4,36 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,66 m de altura e 2,62 m de distância entre-eixos, resultando em 1.202 kg na versão de cinco lugares e 1.255 kg na de sete. Tantas semelhanças com o Cobalt não são mera coincidência, afinal a Spin usa a mesma plataforma do sedan, derivada do Opel Corsa D, que também é utilizada no recém-lançado “compacto premium” Sonic.

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O motor é o velho 1.8 8v Monzatech repaginado, que rende a “incrível” potência de 106 cv com gasolina e 108 cv com etanol. Se você acha que há um torque cavalar pra compensar, está enganado, são apenas 16,4 e 17,1 kgfm. Há opção do tradicional câmbio manual de 5 marchas ou automático, sendo este último a mesma caixa de 6 velocidades do Cruze.

Testes apontam um desempenho adequado para a proposta familiar. A versão LT (5 lugares) com câmbio manual acelerou de 0 a 100 km/h em 11,6 s, enquanto a LTZ (7 lugares) automática cumpriu a mesma prova em 12,5 s. A velocidade máxima é de, respectivamente, 171 e 165 km/h, sempre abastecida com etanol.

O uso de um motor antigo aliado ao amplo espaço interno reforça o apelo com os taxistas. A Meriva atualmente é o carro mais utilizado nas praças, e o Cobalt também está trabalhando muito como táxi. Ou seja, a Spin mal chegou e já está predestinada a ser carro de taxista.

Há duas versões de acabamento: LT e LTZ. Ambas são completas, sendo que a versão de entrada vem apenas na configuração de cinco lugares e já traz ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, freios com ABS e EBD, vidros e travas elétricas, pneus 195/65 R15 calçando rodas de aço com calotas, entre outros. Opcionalmente, a LT conta ainda com rodas de liga leve (também aro 15”), sistema de som com CD, MP3 e Bluetooth e câmbio automático. Já a LTZ conta somente com a opção de sete lugares e acrescenta as rodas e o som que são opcionais na LT, mais rack de teto, computador de bordo, sensor de estacionamento e volante multifuncional. O câmbio automático também é opcional na LTZ. Por fim, a lista de preços:

- LT MT – R$ 44.590
- LT MT2 – R$ 45.990
- LT AT – R$ 49.690
- LTZ MT – R$ 50.990
- LTZ AT – R$ 54.690

Veredicto: Se você não se importa com o design cabuloso e, em breve, com a fama de carro de taxista, a Spin oferece um bom custo-benefício, pois é espaçosa e bem equipada por um preço competitivo para seu segmento. Quem vê cara não vê coração, portanto embora a Spin seja feia, ela não deixa de ser um bom carro. Tem grandes chances de ser sucesso não só de praça, mas também de público.